E mesmo quando não queria lembrar, lembrava. E doía. E mesmo quando tentava evitar, chorava. Porque temia. Era muito medo e muita insegurança para pouca calma no coração. Não é raro, tropeço e caio. Às vezes, tombo feio de ralar o coração todinho. Claro que dói, mas tem uma coisa: a minha fé continua em pé. Quem disse que é preciso fechar os olhos para sonhar? Ultimamente, eu tenho feito muito isso, de olhos abertos, mesmo. Tem coisas que deveriam durar para sempre. Tem coisas que nem deveriam ter acontecido. Estou aceitando o fato de que algumas pessoas nasceram para sentir o amor, mas não para viver um. Eu não sou a mesma pessoa que era há um ano, um mês atrás, ou até mesmo a uma semana atrás. Eu vivo em mudança, eu mudo o tempo todo. Porque, pra viver de verdade, a gente tem que quebrar a cara. Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu. Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
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